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quinta-feira, 6 de março de 2014

terça-feira, 2 de abril de 2013

Maria Sibylla Merian



Maria Sibylla Merian, nasceu em 2 de abril de 1647, foi uma naturalista alemã, entomologista e  ilustradora científica que estudou plantas e insetos, e fez pinturas detalhadas sobre o seus estudos.
Seu pai, Matthaus Merian, era gravurista, mas o seu padrasto, Jakob Marell, famoso por suas pinturas de flores, foi quem ensinou-lhe como desenhar e pintar.
Aos 13 anos, Sibylla pintou os seus primeiros quadros de insetos e plantas, observando os espécimes que recolhia.

Aos 18 anos, casou-se com o pintor especializado em arquitetura, Johann Andreas Graff. Mãe de duas filhas: Johanna  Helena e Maria Dorotha.

Acreditava-se na época que os insetos e as larvas eram resultado da geração espontânea na lama em putrefação. Mas Sibylla perguntava-se como poderiam surgir as borboletas a partir daquelas lagartas. Estudou então a metamorfose, os detalhes das crisálidas e as plantas que alimentavam as lagartas, ilustrando todas as fases desse desenvolvimento em seu caderno de desenhos     
  




Este caderno de desenhos foi o grande estímulo para o seu primeiro livro publicado quando tinha 28 anos em 1675 , um livro de pintura de flores.

Seu segundo livro,  A maravilhosa transformação e a estranha nutrição das lagartas,traz desenhos completos do ciclo de vida das borboletas, apresentando um processo desconhecido pela maioria da população, a metamorfose, publicado em 1678.

Em 1705 publicou seu ultimo livro, Metamorfose dos insetos do Suriname. Elaborado durante sua expedição naturalista aos trópicos.
Estudou e pintou animais e plantas tropicais, como o abacaxi e a banana.    

                                        

   Em homenagem  ao seu trabalho e a mulher que foi, a Suíça estampou seu rosto na nota de 500 marcos alemães.
                                                                                  
                                                                                                

sábado, 15 de setembro de 2012

Paisagismo Sustentável



Manejo de Pragas e Doenças

Atraindo a fauna nativa para o jardim você conseguirá um maior número de espécies, promovendo assim, um controle natural. Para isso tenha:
abrigo: ninhos e tocos
água: bebedouro
alimentação: plantas floríferas e frutíferas

Evite grandes canteiros com uma só espécie, plante diversidade e terá resistência.
Quando criamos um novo ambiente, criamos desequilíbrio. Assim, precisamos de tempo para recuperar o meio ambiente e termos o reequilíbrio solo /planta /organismos.

Utilize adubação orgânica, a planta bem adubada será mais resistente.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Crisopídeos


Os crisópideos são insetos delicados, os seus corpos são usualmente verdes e brilhantes ou castanho esverdados. Os seus olhos compostos são muitas vezes dourados ou cor de cobre. 
As asas são usualmente translúcidas, por vezes com veios esverdeados.
Chrysopidae é uma família de insetos da ordem Neuroptera.

Na época de acasalarem, usam as suas vibrações corporais para se comunicarem uns com os outros. Adultos são crepusculares ou noturnos, alimentando-se de pólen, néctar e pequenos artrópodes, como afídeos ou ácaros.

São insetos predadores encontrados em vários agroecosistemas e inimigos naturais de interesse em programas de controle biológico. 

Suas larvas são predadores vorazes, atacando insetos de tamanho propício, sobretudo de corpo mole. Podem se alimentar de várias presas como cochonilhas, cigarrinhas, pulgões, mosca- brancas, ácaros, traças, tripes, pequenas larvas de besouros, pequenas lagartas de lepidópteros e outras pragas.

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Dependendo das espécies, alguns crisópideos comem apenas 150 presas durante a sua vida, enquanto noutros casos 100 afídeos podem ser comidos numa única semana. Assim, em vários países, milhões desses vorazes crisópideos são criados para venda como agentes de controle biológico de insetos e ácaros na agricultura e em jardins.
Eles são distribuídos como ovos, nascendo as larvas já no campo.
Os ovos eclodem em 5 dias e tem fixação bem característica através de um filamento de seda. O agricultor pode atrair o adulto por meio de plantas companheiras que fornecem néctar e pólen específicos, como é o caso da angélica, dente-de-leão, e do nosso companheiro girassol.

O aumento do número de inimigos naturais depende, principalmente, de manipulação adequada do meio ambiente e de liberações periódicas, sendo que as populações naturais de predadores e parasitóides normalmente não são adequadas para manutenção da praga em níveis aceitáveis.
  
O nome popular dos crisopídeos – bicho-lixeiro – advém do hábito que as larvas de muitas espécies apresentam de se cobrirem de detritos, fragmentos vegetais ou restos das presas consumidas, o que as torna protegidas contra inimigos naturais.